terça-feira, 29 de setembro de 2009

Certificação ITIL: passaporte para salto na carreira

Entenda a importância de ter ITIL no Curriculum
O que é o ITIL?
O ITIL é um modelo aberto, flexível e não-proprietário. Pode ser implementado por qualquer
organização, independentemente do porte ou segmento; e é referência mundial em
gerenciamento de recursos de TI. Se aplicado de forma planejada, é capaz de diminuir - até
eliminar - os anseios de clientes e usuários no que se refere à eficiência, eficácia e economia dos produtos e serviços de uma organização.
O ITIL tornou-se numa boa prática implícita para o mundo das tecnologias de informação, trazendo
um "dicionário comum" para todos os profissionais das tecnologias de informação (algo que
faltava no mundo das tecnologias de informação).

Para ter um bom resultado com ITIL é preciso que os profissionais conheçam outros assuntos?
Sim e por conta disso incluímos o ITIL nas principais carreiras de TI, propiciando a união de forças onde o ITIL agrega diferencial em valor nas Carreiras Microsoft e LINUX.
A SOMA do ITIL nas principais certificações de TI tem o objetivo de propiciar um excelente
conhecimento técnico (Microsoft e LINUX) somado a Inteligência de Negócio em TI (ITIL).

Qual a vantagem de ter a certificação ITIL-F somada a outras certificações?

O ITIL-F é uma certificação valorizada e reconhecida no mundo todo.
Para conquista-lá basta um curso (28h) e um exame, ambos disponíveis em português.
Somado a certificação Microsoft ou LINUX você consegue causar um impacto maior na sua
carreira, com menor tempo e investimento.
Além disso, você une conhecimento técnico com inteligência de negócio em TI.
Nas Carreiras Microsoft e LINUX você adquire a habilidade técnica que é "saber o que fazer".
Com ITIL você "sabe como e quando fazer" sem impactar os processos de TI.

O ITIL serve para qualquer profissional?

“Melhores práticas em serviços de TI” não é mais assunto exclusivo para gerentes: O ITIL é para
todos.
Com maior foco em Infraestrutura e independente de plataforma, o ITIL é destinado a profissionais
que lidam com Microsoft, LINUX, IBM, etc. Para quem está em início de carreira, o entendimento
do ITIL gera uma visão integrada dos processos de TI e seu alinhamento com o negócio –
característica cada vez mais cobiçada pelas empresas.

Qual é o objetivo do ITIL?

O objetivo do ITIL é gerar valor para os negócios da empresa, através da implementação de
processos eficientes no gerenciamento de processos e recursos da área de TI.
Os principais processos são: Service Desk (função), Incident Management, Problem Management,
Change Management, Configuration Management, Release Management, Capacity Management,
Availability Management, Financial Management for IT Services, IT Service Continuity
Management, Service Level Management.

O que o mercado brasileiro pensa sobre o ITIL?

Nos últimos 5 anos o mercado começou a reconhecer o valor destes profissionais e o impulso que
eles davam aos projetos de gerenciamento de serviços e melhoria de performance em TI.
Quem tem ITIL, quer melhorar. Quem não tem, corre contra o tempo para implantá-lo,
procurando gente preparada.

Qual o “peso” da certificação ITIL Foundation no mercado brasileiro?

O mercado quer e paga mais pelos especialistas na biblioteca de melhores práticas de TI.
As estatísticas mostram o grande crescimento na procura por certificações ITIL. A grande demanda
do mercado por estes profissionais está nas consultorias.

A certificação ITIL-F pode aumentar meu salário?
Sim, e gerentes de TI afirmam que independente da certificação obtida, os salários chegam a aumentar entre 10% e 15%, mesmo não sendo um pré-requisito para analistas de TI.

Os salários do ITIL
Faixa salarial por certificação
Foundation - 3 mil a 5 mil
Practitioner - 5 mil a 8 mil
Service Manager - 11 mil a 16 mil
Fonte: itSMF Brasil - INFO de julho de 2007


Comparativo de vagas para profissionais Certificados
17/Junho a 17/Agosto de 2009 - APINFO (site de empregos especializado em TI)
– 118 vagas para certificados ITIL
– 21 vagas para certificados MCP
– 7 vagas para certificados LPI
– 14 vagas para certificados MCSA
– 19 vagas para certificados MCSE
– 37 vagas para certificados COBIT


Informação retirada do site Green Treinamento

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Da Amazon à IBM, o que entregam 12 fornecedores de cloud

por Andrew Conry-Murray | InformationWeek EUA*
21/09/2009
Comparamos fatores como preço, funcionalidades, tipo de serviço e regras de contrato

As pessoas adoram criticar as definições de cloud computing, portanto, vamos deixar claro que este artigo é sobre infraestrutura como serviço, empresas que alugam servidores virtuais conforme demandam para diferentes fins. O foco está nas funcionalidades pouco discutidas, incluindo preço e regras de contrato.

O serviço Elastic Compute Cloud, da Amazon.com, é o exemplo mais conhecido, mas o mercado já se tornou competitivo. Para ajudar as empresas que querem entender esse segmento emergente, reunimos dados detalhados de 12 fornecedores de infraestrutura como serviço (IaaS, na sigla em inglês) como preços, serviços, contratos e plataformas suportadas.

Pudemos chegar à algumas conclusões com os dados que colhemos e com o que ouvimos dos consumidores. Hoje, hospedagem de websites e testes com software são os usos mais comuns, mas os serviços de nuvem pública serão usados cada vez mais para trabalhos variados como pesquisas ou para aumentar demandas de e-commerce.

Quase todos os fornecedores usam hipervisor da VMware ou da Xeb para acelerar servidores - dos doze que pesquisamos, apenas um tem suporte para o servidor virtual da Microsoft, mas isso deve mudar assim que a Microsoft aumentar sua influência no mercado com o Hyper-V. Os fornecedores oferecem suporte a vários sistemas operacionais, servidores web e banco de dados. Eles também conseguem dividir dispositivos físicos em pedaços discretos que podem ser locados para um ou mais clientes. Os doze fornecedores avaliados permitem que as empresas aumentem bem pouco a força do computador (como 256 MB de RAM) e paguem apenas pela memória, espaço em disco e banda que consumirem. Na nossa lista, apenas três provedores desse serviço exigem contrato anual: AT&T, IBM e Unisys.

Com infraestrutura como serviço, os clientes pagam pela energia consumida, de forma muito parecida com o consumo de eletricidade. "Não vemos a computação em nuvem como uma nova tecnologia, mas como um novo paradigma de compra", disso Bryan Doerr, CTO da Savvis. E também se espera uma competição acirrada. Hoje, os preços são baixos, na faixa de 1,5 centavos de dólar por hora para uma CPU da Rackspace. Enquanto há bastante espaço para os fornecedores diferenciarem o tipo de serviço e cobrarem pelas melhorias, a competição nos preços deve continuar intensa, devido o número de players no mercado.

A Savvis, por exemplo, entrou nesse segmento no inicio deste ano ao complementar seus serviços de hospedagem com servidores virtualizados. A Verizon lançou um serviço de infraestrutura na nuvem em junho, e a Unisys, em julho. A Rackspace se estabeleceu como força na área e empresas menores, como a 3Tera e a Skytap, vendem serviços mais especializados em computação dividida.

CPUs sob demanda

Hospedagem, teste e desenvolvimento são os usos mais populares de infraestrutura como serviço. Se um site de e-commerce tem seu servidor web na nuvem e o tráfego aumenta, mais servidores estarão disponíveis sob demanda, assim, o site não precisa comprar mais capacidade para os momentos de pico. Quando o fluxo diminui, esses servidores web são eliminados junto com a taxa horária para rodá-los.

São com testes que as empresas começam a utilizar cloud computing. As equipes de TI escolhem alguns softwares pré-condicionados no portal do fornecedor, especificam RAM e disco, carregam e começam a testar. Quando os testes são encerrados, o medidor pára de correr.

Mike Casullo, CIO da WildBlue, fornecedora de banda larga por satélite, rendeu-se à nuvem porque a empresa não tinha mais lugar suficiente para testar todos os projetos em desenvolvimento. "Era como dirigir por um estacionamento esperando por uma vaga", informou. Casullo não queria gastar com hardware e manutenção para expandir o ambiente de testes e desenvolvimento da WildBlue, então ele decidiu usar a Skytap como complemento, já que ela permite que os consumidores criem um laboratório virtual ao subir suas próprias imagens ou usando imagens pré-configuradas de um sistema operacional, máquina virtual e aplicativo.

A recompensa: em quatro meses, a WildBlue gastou apenas US$ 9.500 com a Skytap para testar um projeto, em vez de mais de US$ 500.000, segundo estima Casullo, caso tivesse de comprar, fornecer e administrar hardware.

31 sabores de nuvens

O Elastic Compute Cloud, ou EC2, da Amazon, é o modelo padrão de IaaS. Os consumidores criam um banco de imagens da Amazon (Amazon Machine Image) que contém os softwares e aplicativos que eles querem rodar. Eles usam APIs para partilhar recursos, como memória e armazenamento. O preço inicial, com base em aspectos como o sistema operacional usado, RAM e espaço em disco partilhado em cada AMI, é de US$ 0,10 por hora.

A Amazon está acrescentando mais serviços, às vezes com custo extra, como endereço IP público que pode ser rastreado para a conta de um cliente ao invés de um servidor individual. Tal configuração permite que um cliente abra e feche servidores virtuais sem interromper o acesso a um aplicativo web. O serviço de balanceamento de carga distribui a carga de tráfego de rede entre os servidores virtuais. No mês passado, a Amazon começou a oferecer conexões VPN entre o banco de dados de uma empresa e um banco com endereço IP dedicado na nuvem da Amazon. Voltaremos a esse assunto mais pra frente.

Outros fornecedores de infraestrutura na nuvem pretendem competir com os preços da Amazon. Os servidores virtuais baseados em Linux da Rackspace, por exemplo, tem um preço inicial de 1,5 centavos de dólar por hora, comparados com os US$ 0,10 da Amazon.

Outros competidores estão se especializando. A Skytap está focada em testes de software e desenvolvimento em vez de hospedagem web, e cobra seus clientes por mês e não por hora.

A computação sob demanda da IBM é direcionada para alta performance, como simulações para as indústrias automotiva e aeroespacial, ou modelos genômicos para a ciência. Os clientes recebem servidores físicos dedicados e as empresas podem rodar máquinas virtuais nesses servidores. Os clientes pagam uma taxa anual de US$ 5.700 além do custo pelo uso de CPU.

Os serviços de hospedagem convencionais oferecidos pela Savvis e pela Unysis, também permitem que os consumidores usem servidores físicos e virtuais misturados. Com o Dedicated Cloud Compute, da Savvis, as empresas podem comprar uma série de servidores físicos dedicados e criar uma camada de virtualização no topo desses servidores para que os clientes possam abrir e fechar quantas máquinas virtuais sob demanda quiserem. Mas o preço é definido de acordo com o número de servidores.

A PropertyRoom usa o Dedicated Cloud Compute para hospedar seu aplicativo de leilão online. Os principais objetivos do CTO Dave Bank eram reduzir dos gastos - que ele conseguiu ao terceirizar hardware e manutenção do sistema operacional com a Savvis - e diminuir o número de servidores físicos que hospedavam o aplicativo de 14 para 6 - e ele conseguiu usando virtualização.

A Savvis também oferece o serviço Open Cloud Compute, um modelo multi-tenant parecido com o EC2, em que multiplos clientes têm suas máquinas virtuais rodando em um hardware compartilhado. Ou as empresas podem usar os dois modelos. A Rackspace está testando a mesma estratégia, adicionando um serviço de nuvem dedicada junto com o serviço multi-tenant de nuvem pública.

O novo Virtual Private Cloud (VPC), da Amazon, expande ainda mais o modelo ao permitir que os clientes criem um conjunto isolado de recursos EC2 que se conectam via VPN à sua infraestrutura corporativa.

Na implementação tradicional do EC2, os servidores virtuais têm endereços IP internos e externos, com os externos fazendo a comunicação dos servidores com a internet. Com o VPC, que custa US$ 0,5 por hora mais acréscimos por volume de dados, os servidores virtuais trilham todo o tráfego por meio da própria infraestrutura de rede do cliente, incluindo sistemas de segurança, como firewalls e sistemas de detecção de intrusos, antes de se conectar à internet.

É bom deixar claro que servidores EC2 em subrede VPC não rodam em hardwares dedicados a um único usuário; eles são isolados de outros servidores EC2 por endereços IP privados, não por máquinas físicas.

Todos esses modelos híbridos estão emergindo para servir consumidores que não estão em busca, simplesmente, do serviço mais barato. Muitos CIOs estão incomodados com o modelo de nuvem multi-tenant porque eles não querem rodar seus trabalhos em hardware compartilhado, temendo acidentes com segurança e privacidade.

Ao combinar hardware dedicado com máquinas virtuais sob demanda, ou, como no caso do conceito VPC, da Amazon, em que se criam subredes isoladas de recursos de computação direcionados pela infraestrutura de segurança da própria empresa contratante, tenta-se reduzir gastos e aproveitar a performance da nuvem enquanto se tenta diminuir o medo dos clientes.

O modelo de hardware dedicado também ajuda os fornecedores a estabelecerem fluxo de caixa mais previsível, já que os serviços com hardware dedicado geralmente requerem um contrato anual ou mensal e impõem um preço inicial, já com valor de consumo incluído. Com quatro dos nosso doze fornecedores, os serviços multi-tenant não precisam de contrato mínimo; os clientes pagam apenas o que usam.

Apenas um fornecedor na nossa lista, a Skytap, requer que o cliente rode um número mínimo de servidores - cinco por mês. Os outros estão tentando atrair clientes que querem entrar devagar no mundo cloud.

Será preciso ir bem devagar para que a maioria das empresas se prepare para a idéia de computação em nuvem da Zimory, um modelo único entre os doze que vimos. Essa novata oferece software que permite que grupos de empresas criem "nuvens comunitárias", nas quais os grupos compram e vendem capacidade excedente das nuvens privadas que elas constróem dentro de seus próprios bancos de dados.

O aplicativo da Zimory mede o consumo de recursos com base em vários fatores, como memória, CPU e armazenamento, e a comunidade em si define a disponibilidade de capacidade de computação, preço, acordos de serviço e acordos de segurança. Com base em Berlim, ela tem alguns clientes europeus, incluíndo a Deutsche Telekom Laboratories e a Fraunhofer ITWN, uma empresa de desenvolvimento de aplicativos. A companhia tem planos de abrir filiais nos EUA ainda neste ano.

Segurança ainda é a maior preocupação

Seja um fornecedor de computação em nuvem ou um ambiente convencional de hospedagem, terceirizar qualquer aspecto de sua infraestrutura de TI pode ser um risco, desde disponibilidade geral, passando por segurança, até assuntos legislativos complexos.

A segurança é a maior preocupação em se tratando de computação em nuvem, citada por 57% dos profissionais de tecnologia de negócios entrevistados pela pesquisa conduzida pela InformationWeek EUA, antes de aplicativos e desempenho de sistemas, viabilididade financeira e disponibilidade de seguimento de negócio do fornecedor.

Teoricamente, as operações de TI e as práticas de segurança de um fornecedor de nuvem devem ser impecáveis, já que rodar banco de dados é todo o seu negócio. Eles são pagos por sua experiência. Nove dos doze fornecedores têm certificado de segurança SAS 70 Tipo II. O mesmo número passa por avaliação de segurança, seja por uma outra empresa ou por uma equipe interna. Mas apenas cinco deles divulgam os resultados dessas avaliações para clientes potenciais.

Nós podemos listar alguns pontos básicos de segurança, mas os clientes devem ir além.

Por exemplo, firewalls são essenciais, mas e o ciclo de vida de desenvolvimento de aplicativo do fornecedor? O fornecedor desenvolve aplicativos com segurança para garantir o mínimo de problemas e vulnerabilidades potenciais em seus aplicativos? Quais são suas políticas sobre o rastreamento e conserto de vulnerabilidades críticas? O fornecedor pode garantir que seu servidor, e os dados a ele associados, permanecerão em um local específico? Essas são as questões para começo de conversa.

Os últimos meses foram uma preparação para uma transformação em computação pública na nuvem. Um mercado antes dominado por hospedagem web simples, sem graça e muito barata está sendo segmentado conforme emergem novos modelos para direcionar o uso, antes dedicado a testes e pesquisas, para aplicativos críticos e dados confidenciais -- tudo a um preço alto, é claro. Podemos esperar mais segmentação envolvendo preço, segurança, disponibilidade e experiência quando as nuvens públicas amadurecerem e a adoção aumentar.

Dentro de um ano, não se surpreenda se a questão mais difícil mudar de "Será que devemos usar infraestrutura como serviço?" para "Como você está cuidando da carga de trabalho que roda em diferentes fornecedores de nuvem?"

*Tradução de Rheni Victório

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

CARÊNCIA DE LIDERANÇAS

Hoje pela manhã recebi um email da Consultoria Mubarack falando sobre a carência de liderança. Achei que deveria compartilhar este artigo com você. Para que reflita sobre as qualidades de uma verdadeira liderança.
No meio desta turbulência no qual o mundo está passando por conta da crise econômica. Onde a redução de custo e redução do quadro de funcionários é visto como algo essencial para manter viva a empresa.
Precisamos de líderes que guiem o capital humano, diminuindo as suas ansiedades e medos. Para que assim, mantenha a produtividade da empresa e que esta retenha os seus talentos.


Líder: indivíduo que tem autoridade para comandar outros. Pessoa cujas palavras e ações exercem influência sobre o pensamento e o comportamento de outras. Pessoa que se encontra à frente de um movimento político, filosófico, religioso etc.

Estas são definições do Houaiss sobre LÍDER. Algumas palavras-chave: autoridade, comando, influência, à frente de...

Uma das maiores carências das nossas empresas: líderes. Gestores em qualquer nível hierárquico que tenham autoridade natural (DE FATO, e não somente DE DIREITO), exerçam comando sobre suas equipes tendo-as “na mão”, influenciem mentes, corações e comportamentos e que estejam à frente de seus times no campo de batalha.

RH não precisa pensar muito sobre o perfil dos líderes. Ele está descrito no parágrafo acima. Ah, faltou um atributo: líder é aquele que coloca o bem da empresa acima de seus interesses pessoais. Isto significa que o líder se expõe e tem coragem de ser franco com seus superiores e com sua equipe. Tem habilidades de comunicação, é focado, impõe ritmo e qualidade no trabalho, atua com altos padrões de exigência, é orientado para resultados, organizado, estudioso, adere aos valores da empresa, é concentrado, ignora horários, sendo extremamente disponível, sabe trabalhar sobre pressão, lida com a frustração, tem e exige disciplina e manifesta interesse genuíno pela empresa e pelo cliente, além de gozar de excelente preparo físico.

Utopia, você deve estar pensando. Um ser humano com todas as características acima seria um super-homem ou uma super-mulher. É verdade! Porém, as empresas precisam de gestores que se aproximem no máximo grau ao perfil descrito. Difícil? Muito! E mais difícil é quando as organizações não têm qualquer processo de DESENVOLVIMENTO GERENCIAL E DE LIDERANÇAS. Mais de 90 % das empresas não têm qualquer programa de treinamento nesta área ou fazem cursos isolados e sem um propósito bem identificado. O resultado é óbvio: gestores completamente despreparados para a função, tendo apenas uma boa habilidade técnica, o que está longe de caracterizar um bom líder. Como a liderança é fraca, as equipes também o são. Bons funcionários são abafados pelos chefes desqualificados e medrosos com a “sombra” e maus funcionários são mantidos. Ao invés de injetar em suas veias uma infindável quantidade de talentos e líderes, as empresas se entopem de gente sem preparo. Os gestores (aqueles que deveriam liderar) comportam-se como meros capachos de seus chefes, pouco ou nada contribuindo para a evolução da empresa. Concordam, concordam e concordam com diretores e proprietários, lesando-os continuamente.

Apontar um problema sem apontar a solução é terrorismo. A solução para este problema grave de falta de lideranças é óbvio: selecionar pessoas com perfil e desenvolvê-las com um programa de treinamento forte e contínuo. O segredo? CONTINUIDADE. Ministrar um curso eventualmente para quase nada serve. Ter um programa sistematizado, com medidores e provas é uma solução simples. Às vezes, as áreas de RH e os proprietários não enxergam esta obviedade e tentam “abraçar árvores”, fazer cursos “ecológicos”, escalando muros e descendo rios, praticando programação neurolinguística ou contratando psicólogos completamente “fora da casinha” em relação a um ambiente empresarial.

Este é um “segredo” conhecido por uma seleta minoria de empresas que gostam muito da palavra “lucro”.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O que a TI aprendeu com a crise

Um ano depois da quebra do Lehman Brothers, que marcou o ínicio da crise financeira global, o mundo começa a ensaiar a retomada do crescimento da economia. Claro, cada país retoma o crescimento a níveis diferentes. Mas é consenso que a América Latina, especialmente o Brasil, está um pouco melhor. Este assunto esteve em pauta na XIV Conferência Anual do Gartner sobre o futuro do TI.
Na conferência, executivos falam sobre lições aprendidas e sobre a situação econômica. Na entrevista, Donald Feinber cita que houve uma diminuição nos investimento em TI. Contudo, na América Latina, há uma aumento nos investimentos. Outra executiva que este presente foi Ellen Kitzis. Ela cita que o Brasil está se saindo muito bem no que tange a retomada do crescimento econômico. Além disso, ela frisa que as industrias de bem de consumo são as que estão ganhando fôlego para a retomada. Ela cita que é neste momento com a retomada da economia que a TI deveria se preparar e não esperar o retorno da economia.
Para ela, com a crise, as empresas começaram a gerenciar melhor os riscos. Aprenderam que os investimentos não devem ser colocados em ações de uma única empresa, mas sim diversificar o seu portifólio. No caso da TI, ela deve estar inserida no negócio. Ela deve estar a par dos riscos e estar pronta para gerenciar tudo isso.
Em uma pesquisa feitas com 900 CIOs para medir a percepção sobre a retomada da economia. O resultado foi o seguinte:
- 38% acreditam que a economia retornará a crescer em 18 meses a contar do mês de setembro de 2009;
- 32% acreditam que a economia retornará a crescer em 12 meses a contar do mês de setembro de 2009;
- 17% acreditam que a economia retornará a crescer em 24 meses a contar do mês de setembro de 2009;
- 7% acreditam que a economia retornará a crescer em 36 meses a contar do mês de setembro de 2009;
- 6% acreditam na retomada em 6 meses.


O presidente da CA Laércio Albuquerque, que passou pela conferência também fez a sua avaliação sobre a situação do Brasil na turbulência da crise econômica. Ele afirmou que os projetos para o setor financeiro deixa o Brasil em uma situação muito mais forte comparando com o resto do mundo. Para ele, quando se fala em redução de custo e redução de pessoas. A TI no Brasil está mais preocupada em diminuir o desperdício e não em reduzir o custo. Acompanhe na íntegra o vídeo da conferência.

Implementando ERP

Não perca o lançamento do Livro : Implementando ERP
Autores: Roberto Giuzio Jr. e Simone Canuto

Dia 3 de novembro, às 19:00hs.
Livraria Cultura São Paulo Conjunto Nacional
Av.Paulista 2.073 - Sala de Artes



Este livro foi concebido para auxiliar o profissional que irá acompanhar ou participar, direta ou indiretamente de um projeto de informatização detalhando os principais passos:

* definição dos objetivos do projeto;
* levantamento dos processos da empresa;
* avaliação de fornecedores;
* recursos necessários;
* customizações;
* desenvolvimento interno versus software de mercado;
* escolha do fornecedor;
* acompanhamento do projeto;
* treinamento;
* implementação.

Baseado em casos reais da vivência e histórico de participação dos autores na implementação de sistemas de gestão empresarial - ERP. Hoje, com o mercado totalmente globalizado e competitivo, as empresas necessitam de uma ferramenta para gerir as informações detalhadas ao extremo.


Em todo e qualquer departamento de uma empresa se faz necessário o controle de suas informações, com agilidade da informação, acompanhamento dos custos, controle de perdas, eficiência, simulação de novos negócios, simulação de planejamento, simulação financeira e principalmente gestão da qualidade.


A única maneira de conseguir com eficiência todo o processo integrado está na implementação de um software para gerenciamento de todos estes processos, seguindo é claro uma total adequação e aderência do produto em relação à empresa.


Sobre os Autores:


Roberto Giuzio Jr.

Pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em Produção e formado em Engenharia Eletrônica. Executou trabalhos de desenvolvimento de software desde 1979 acompanhando toda a evolução tecnológica e de negócios. Trabalhou em grandes empresas nacionais e multinacionais no gerenciamento de: fábricas, projetos e processo de implementação de sistemas. Em 1994 fundou a empresa RG2 Sistemas, onde participa de desenvolvimento de software e implementação de sistemas de gestão empresarial – ERP.


Simone Canuto

Mestre em Engenharia de Produção, pós-graduada em Engenharia de Software e formada em Administração de Empresas com ênfase em Análise de Sistemas. Atuando em implementação de sistemas de gestão empresarial desde 1991, participa de processo de qualidade total em empresas. Ministrando aulas desde 2002 em graduação nas áreas de administração, engenharia de software, sistemas de informação, teoria geral de sistemas e informação, qualidade da informação, entre outras.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Estudo: CIOs afirmam que BI ajuda na competitividade

por Thomas Claburn | InformationWeek EUA

IBM acredita que estudo revela crescimento do papel estratégico que executivos assumem como líderes visionários

CIOs acreditam que business intelligence (BI) e analytics ajudarão suas organizações a se tornarem mais competitivas. A constatação é de um estudo realizado pela IBM apresentado na quinta-feira (10/09).

Para 83% dos executivos que participaram da pesquisa, BI e business analytics representam um passo em direção a uma competitividade mais efetiva.

BI e analytics são softwares que possibilitam às corporações um caminho para encontrar materiais no meio dos dados e identificar formas de melhorar práticas e processos de negócios. A constatação do estudo da IBM vai em linha com o que revelou um levantamento da InformationWeek 500, programado para ser lançado na próxima semana durante a InformationWeek 500 Conference.

A pesquisa da IBM "The New Voice of the CIO", envolveu 2,5 mil CIOs de 78 países e 19 indústrias. A Big Blue acredita que o estudo revela "o crescimento do papel estratégico que os CIOs assumem como líderes visionários e condutores da inovação e do crescimento financeiro."

"O papel do CIO está mudando dramaticamente", avaliou o CIO da IBM Pat Toole, em comunicado. "De um lado, eles tentam padronizar a rotina de processos e simplificar a infraestrutura de TI existente para reduzir custos, por isso cresce o interesse por tecnologias como cloud computing. Na outra ponta, dado o papel central que eles possuem em liderar novos modelos de negócios, não surpreende o crescente movimento de eles gastarem boa parte do tempo à frente de novas medidas que influenciem o crescimento das companhias."

O estudo revelou ainda que 71% dos CIOs planejam investir mais em gerenciamento de risco e compliance. Além disso, os executivos de TI veem valor na redução do custo com energia, sendo que 76% vão nesta direção por meio de projetos de virtualização. Um percentual similar de CIOs espera desenvolver uma forte infraestrutura centralizada nos próximos cinco anos, enquanto mais da metade antecipa esse passo padronizando processos de negócios.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Como gestores e funcionários boicotam a empresa?

Por Karin Sato - InfoMoney

O que determina o sucesso ou o fracasso de um projeto? E de uma empresa? É válido admitir a existência de influências externas, como as crises em âmbito econômico, as turbulências políticas, a entrada de um novo player no mercado ou a inflação. Porém, é preciso se lembrar da variável mais importante e também da mais esquecida: o ser humano.

As pessoas podem levar uma organização ao sucesso, mas também têm o poder de levá-la ao fracasso. Segundo a gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre, Flávia Garbo, o ser humano possui a "incrível habilidade de derrubar uma ideia, por mais maravilhosa que esta seja". Isso sem falar da capacidade de fazer algo parecer o que não é e de cometer erros por livre e espontânea vontade.

"Nunca subestime a criatividade das pessoas para boicotar métodos e processos, principalmente dos brasileiros, que são muito habilidosos em dar um jeitinho em tudo", acrescenta a especialista em Recursos Humanos.

Os erros mais comuns

Um dos equívocos mais comuns, que pode levar à perda de clientes, à ruína de um projeto ou à estagnação da empresa, é o boicote de gestores de todos os níveis a funcionários considerados talentosos. Por insegurança e medo de perder seu posto, é comum gestores não conseguirem fazer o próprio trabalho e entregar resultados que surpreendam diretoria e stakeholders (públicos da empresa).

Isso acontece porque o profissional fica o tempo todo preocupado em controlar, centralizar, olhar tudo, saber de tudo. "Hoje, as pessoas deixam a ética de lado em nome da sobrevivência. No lugar de delegar e treinar, o gestor inseguro se perde em detalhes, porque sua prioridade não é o sucesso da empresa, mas, sim, controlar tudo, mesmo quando ele sabe que, na equipe, há pessoas capacitadas e competentes. Tudo tem de passar pela mão dele. O resultado é que ninguém cresce".

Subordinação já saiu de moda

A hierarquização - termo em voga no momento, hoje já relacionado a empresas ultrapassadas - também prejudica quando o assunto é comunicação. "Criou-se uma crença no Brasil de que informação é poder. Há gestores que fazem questão de não explicar o todo aos membros da equipe. Sua tática é fragmentar informações, de maneira que ninguém enxergue o todo ou conheça os objetivos maiores da empresa. Mas os questionadores, que querem entender, acabam não se engajando".

Para evitar esse tipo de boicote à empresa, muitas organizações de grande porte adotam recursos como jornais informativos internos e intranet, diz Flávia.

A mania de copiar e colar

Outra forma que o ser humano encontrou de boicotar projetos diz respeito ao ato de copiar e colar. Mediante a pressão pela rapidez, muitos profissionais, na hora de arquitetar uma apresentação ou de elaborar um projeto, buscam o que querem na internet e, sem muito pensar, colam.

"Vejo pessoas copiando formulários inteiros da internet, mudando apenas o logo da empresa. Mas esse ato implica riscos. Às vezes, as pessoas perdem a noção. Por exemplo, há quem trabalhe em empresas nacionais e copie projetos de multinacionais. Mas são organizações com perfis diferentes. Geralmente, multinacionais são mais burocráticas, formais e apresentam maior meritocracia. E o que funcionou para determinada empresa, em determinado contexto, pode não funcionar em outro lugar", afirma Flávia.

O ideal é adaptar as informações à realidade de cada empresa, de cada situação. Não dá para copiar o trabalho motivacional de alguma das companhias classificadas entre as melhores para se trabalhar, pura e simplesmente. Já no caso de uma apresentação ou treinamento, no lugar de copiar e colar informações ou apresentações inteiras, estude o tema, conheça-o. Não fique limitado ao que encontrou. Até porque as pessoas farão perguntas.

Pessoas que não pensam fora da caixa

Crenças fortes podem ser limitantes. Isso porque a sociedade muda em uma velocidade ímpar, assim como as demandas dos clientes e a concorrência. Pensar de uma mesma forma, durante anos a fio, pode levar uma empresa à falência. É preciso acompanhar as mudanças! Por exemplo, há gestores que acreditam que só há um modo de trabalhar e, por isso, relutam em alterar processos, produtos ou serviços.

"São pessoas que não leem jornal e não analisam o que os concorrentes estão fazendo. Como resultado, nunca vão além", diz Flávia. Esses profissionais não notam sua dificuldade em pensar fora da caixa e, de forma inconsciente, boicotam a empresa. "As pessoas precisam rever suas crenças, estudar e analisar o modo como pensam o tempo todo", finaliza a gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre, Flávia Garbo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Cresce oportunidades no mercado de TI

Segundo a matéria Conheça o mapa do emprego do mercado de tecnologia escrita por Andrea Giardino, da Computerworld e publicada em 28/08/2009, a área de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil foi a menos afetada pela crise mundial comparando com o setor da indústria que segue demitindo continuamente.
Andrea Giardino cita: “De acordo com levantamento feito pela Computerworld entre as empresas entrevistadas, há quase de 1,5 mil oportunidades abertas, a maioria em São Paulo. Mesmo com o congelamento ou adiamento de projetos, sobram ainda muitas vagas no mercado, que ainda é refém da defasagem na oferta de profissionais qualificados.”
Ela complementa com os dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a respeito do aumento do déficit de mão-de-obra que chega ao patamar de 100 mil pessoas. Ou seja, enquanto o número de vagas oferecidas pelas companhias em 2008 cresceu 6,5%, a oferta de profissionais não ultrapassou a casa dos 4%.
As empresas tendem a procurar reduzir processos e conseqüentemente os seus custos e isso traz um fôlego para a área de TI. Ferramentas de gestão ERP, CRM e BI são as mais procuradas pelas empresas para alcançar a redução. Por conseqüência, presenciamos um crescimento na procura de mão-de-obra especializada, principalmente analistas de negócio, programadores e funcionais da aplicação.
Andrea Giardino cita: “... os empregos concentram-se nas consultorias e na própria indústria de TI, que luta para driblar a falta de profissionais com boa formação e experiência.”
Ela complementa: “... a grande procura tem sido por especialistas em sistemas integrados (SAP, Datasul e Microsiga) e desenvolvedores nas linguagens de programação Java e .Net. Os especialistas em ERP são muito disputados porque não há recursos humanos suficientes para atender à quantidade de projetos que surgem.”
Realmente, a escassez de profissionais especialista em ERP infla os salários, pois isso não foge da lei da oferta e da procura. Conseqüentemente, reduz o nível de exigências na contratação.
Contudo, outros segmentos de TI, onde está saturado de profissionais, tendem a oferecer um salário muito baixo, independente da experiência e da bagagem do profissional. Este profissional é mais cobrado, ter uma certificação já não é mais um diferencial, mas sim uma obrigatoriedade.
Acredito que a maior dificuldade encontrada pelas consultorias é encontrar profissionais especialistas que se submeta a trabalhar por um valor abaixo da realidade do mercado. Pois, o que presenciamos são consultorias aproveitando da crise mundial para selecionar profissionais com perfil de Pleno para pagar como especialista Junior. Não que isso seja uma regra, mas conversando com alguns amigos que atuam na área isto está acontecendo e muito.
Também é importante lembrar que cada oportunidade requer um perfil, portanto, os pré-requisitos para cada vaga variam muito. Segundo Flávia Garbo, existem alguns motivos freqüentes pelos quais os candidatos perdem oportunidades:

Expectativa salarial incompatível: Se o candidato quer um salário maior do que a empresa tem a oferecer, o empregador pode sentir-se inseguro em contratar porque pode achar que o profissional se desligará na primeira oferta melhor. E, em contrapartida, se o candidato pede um salário muito aquém do que a empresa tem a oferecer, pode dar a impressão que não tem o nível necessário para desempenhar a função.

Empatia com o contratante: A afinidade entre o candidato e o contratante que pode ser sentida logo num primeiro contato ainda é fator importante para facilitar ou não a conquista de uma oportunidade.

Experiência anterior incompatível: Essa é uma questão clássica e, até mesmo, óbvia. Quem tem uma experiência similar à proposta certamente tem mais chances de conseguir a vaga.

Idade acima de 40 anos: E o fato de muitos contratantes não dizerem isso claramente – primeiro porque pode ser considerado discriminação e segundo porque não é politicamente correto e compromete a imagem da empresa – não quer dizer que este “pré-requisito” não exista.

Apresentação: O que a pessoa veste para participar do processo compõe a sua imagem, e não dá para passar a imagem de um executivo eficiente de tênis e moletom.

Escolaridade incompatível: Foi-se o tempo em que a graduação atendia. Hoje, o mínimo que se espera é uma especialização na área de atuação.

Utilização incorreta da língua portuguesa: Poucos são os que conhecem bem a língua portuguesa, mas não precisa ser um especialista para usá-la corretamente. Erros de concordância verbal, uso de gírias e até mesmo de palavras de baixo calão, comprometem seriamente a imagem do candidato e, na maioria das vezes, o tira do processo seletivo. Nem preciso falar sobre escrever errado, não é mesmo?

Excesso de instabilidade: A época de se ficar décadas na mesma empresa passou, mas em contrapartida, ficar pulando de emprego em emprego também não transmite uma boa imagem. Um candidato que ficou menos de dois anos nos últimos três empregos pode ter suas chances reduzidas.

Atitude no contato: Esse é um dos motivos mais freqüentes pelos quais bons candidatos perdem oportunidades interessantes. Candidatos com ares de superioridade não são incomuns, assim como, atitude arrogante, agressiva, e, até mesmo, excesso de intimidade com o selecionador. Todas elas criam barreiras intransponíveis para a empatia. Aja naturalmente, de igual para igual que você terá mais chance de sucesso.